"Estamos, delicadamente, fora do mundo. Não se ouve nenhum som. Meu tato desapareceu. Ah! meu castelo, minha porcelana de Saxe, meu bosque de salgueiros. As tardes, as manhãs, as noites, os dias... Como estou cansado!
..........Eu deveria ter um inferno para a minha cólera, um inferno para o meu orgulho, — e o inferno da carícia; um concerto de infernos.
..........Morro de cansaço. É o túmulo, vou-me para os vermes, horror dos horrores! Satã, farsante, queres dissolver-me com os teus encantos! Protesto. Protesto! um golpe de forcado, uma gota de fogo"
*dos malditos .os melhor-pior.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
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